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Blog do Fábio Magnani
   



BRASIL, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Livros, Viagens, Motociclismo
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Contato: fabio.magnani@hotmail.com

Aguardo e.mails com comentários, críticas, sugestões, idéias, papo-furado, questões, roteiros, fotos e passeios.

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Download: relatos em pdf

Contém a "A Grande Viagem", "Viagem ao Sertão" e um check-list para viagens. É para baixar, imprimir e distribuir!

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Vídeos: YouTube!

Alguns vídeos que fizemos com nossas viagens de moto. Tem ainda uma lista de vídeos preferidos.

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Outros interesses: minha biblioteca

LIVROS DE MOTO!,
o que estou lendo agora,
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Para a viagem, comprei um GPS Garmin Etrex Legend Cx. É modesto, mas acho que serve para voltar para a civilização e economizar alguns quilos em mapas.



Existem mapas topográficos (com curvas de nível e normalmente com trilhas) e planimétricos (planos, comumente rodoviários). Para a viagem ao Atacama os planimétricos já são suficientes, mas não custa ter os topográficos. Já consegui baixar mapas planimétricos do Brasil, Chile e Argentina. Estou tentando baixar, agora, mapas topográficos do Chile.

Para transferir os dados para o aparelho é preciso o software Mapsource.


Links


Mapas do Brasil:
http://www.tracksource.org.br/
Mapas do Cone Sul:
http://www.proyectomapear.com.ar/

Estou tentando também baixar do gps.com.ar para comparar com o Proyecto Mapear, mas ainda não consegui. Talvez sejam topográficos.

Mapas do Cone Sul:
http://www.gps.com.ar/

Outra opção, só para registrar, seria comprar o mapa topográfico comercial do Chile (US$ 150,00 !!)

Mapa topográfico do Chile:
http://www.centrogps.cl/mapas/topo.html


Waypoints

O negócio agora é usar o MapSource, mapas de papel e informações da internet para criar uma lista de Waypoints para a viagem. Devem ser cerca de 50 waypoints incluindo lugares para visitar e bifurcações importantes.

A lista com os 38 pontos a serem visitados na Argentina e Chile (9.130 km em 25 dias) já está pronta.



O erro em alguns casos é grande porque os mapas que tenho estão em uma escala grosseira e as informações na internet muito desencontradas. Mas dá para ter uma referência. As coordenadas exatas só chegando lá mesmo.



Escrito por Magnani às 22h39
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Algumas atividades com GPS

Orienteering

Geodashing

Geocaching

Reverse Cache



Escrito por Magnani às 17h31
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Código de erro 12

Desde que comprei a minha XT660 (ano 2006 - 8300 km) ela vinha apresentando um problema intermitente. Sua descrição é mais ou menos a seguinte:

  • Às vezes a moto não dava a partida. Nenhum sinal. O motor de arranque não era acionado. Mas era só tentar mais uma ou duas vezes que ela pegava. Isso acontecia umas duas ou três vezes por dia.
  • Dessas vezes em que a moto não pegava, em algumas vezes aparecia o código de erro 12 no painel.
  • Por duas vezes a moto não quis mais pegar durante quase uma hora.

O que eu fiz?

  1. Como esses problemas intermitentes são complicados para se resolver, tentei achar um padrão. Aparentemente esse problema acontecia com mais frequencia quando a moto ficava mais tempo desligada.
  2. Li no manual que esse código 12 era emitido quando a ECU determinava algum problema no sensor do virabrequim. O problema é que, segundo o manual, se houvesse algum problema no sensor a moto não deveria andar. Isso faz sentido, porque a central precisa saber a posição do virabrequim para determinar quando produzir a faísca.
  3. Levei a moto até a Yamaha. O cara leu o manual e viu o significado do código 12. Os passos seriam os seguintes: a) verificar contatos, b) trocar o sensor e c) trocar a ECU. Fiquei meio desesperançoso. Primeiro porque pensei que nenhuma oficina que não a Yamaha saberia resolver um problema eletrônico e segundo porque aparentemente o pessoal da Yamaha não ia pensar muito antes de sair trocando peças.

Continuei convivendo com esse problema. Nada demais, porque na maior parte das vezes era só tentar dar a partida duas vezes. Mas esse problema intermitente estava me preocupando por causa da viagem para o Atacama no final do ano. Vai que ele piora quando chegar lá?

Mas na última quarta-feira a moto morreu no trânsito e não quis pegar mais. Fiquei mais de uma hora tentando até que ela resolvesse pegar de novo.

Agora não tinha mais como fingir que o problema iria sumir sozinho. Mas levar a moto onde? Em um cara famoso aqui de Recife? Na Yamaha? Em uma oficina super organizada? Ou na oficina em que sempre levava a minha Falcon para resolver qualquer bronca? Decidi ir nesta última oficina, que é a minha de confiança. Mas não posso negar que fiquei preocupado deles não estarem acostumados com a eletrônica da XT660.

Levei a moto e o manual. Eles deram uma lida e começaram a prosseguir o caminho do manual para  resolver o problema do sensor do virabrequim: código 12. Limparam e apertaram todas as conexões. Desligaram o cabo do sensor para ver se realmente era aquele código. Depois de reapertar tudo a moto voltou a funcionar bem. Mas por quanto tempo?

Eles me ligaram dizendo que poderia ter sido problema de contato ou que o problema poderia aparecer de novo, já que era intermitente. O negócio era sair com a moto e voltar assim que desse problema novamente.

Para minha sorte, assim que fui pegar a moto ela não pegou. Ficou lá de novo. Desta vez não teria jeito. Tiraram a tampa para acessar o sensor. Testaram folga, impedância, fuga de corrente. Nada. Montaram de novo e a moto continuava com problema.

Ao invés de proporem uma troca de peças, ficaram pensando... pensando.

Quando um dos mecânicos propôs fazer ligação direta no relé de partida, a moto pegou sem problemas. Então o problema estava no relé, e não no sensor do virabrequim!

Trocando o relé o motor de arranque começou a ser acionado todas as vezes, mas a moto estava ainda com dificuldade de pegar. Mas era só o afastamento da vela.

Pronto. Problema resolvido!

Agora, por que a moto indicava que o problema estava no sensor do virabrequim? Simples. Como o motor não rodava, o sensor não funcionava. Mas só depois de tudo resolvido é que se acha a solução, né?

Se não houvesse essa mensagem de erro 12 no sensor do virabrequim, provavelmente qualquer pessoa teria suspeitado de algum problema na linha do motor de arranque. Mas como apareceu esse código, todos foram induzidos a achar que o problema estava em outro lugar.

Vivendo e aprendendo!



Escrito por Magnani às 15h25
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Necessidade do uso de GPS, mapa e bússola.

 

Os GPS comuns não possuem bússola. Eles dizem onde você está e para que direção em relação ao norte você deve ir (bearing), mas não para onde você está virado (heading). Movimentando-se um pouco, é possível descobrir se você está se aproximando ou não do alvo, mas sem precisão.

Já outros GPS têm uma bússola magnética integrada.

Mas o ideal é andar sempre com 3 equipamentos: GPS, mapa e bússola. É melhor trabalhar com bússola não integrada ao GPS porque se acabar a pilha ou quebrar o GPS, você ainda tem a bússola e o mapa. Com uma bússola e um mapa, realizando uma triangulação você consegue determinar em que lugar está.

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 Necessidade de uma bússola com correção de declinação

Os mapas e a configuração padrão do GPS apresentam as coordenadas em relação ao polo geográfico (true pole). Já as bússolas apontam para o polo magnético (magnetic pole). Para orientar-se usando uma bússola e um mapa - de forma que os dois apontem para o mesmo lugar -, é preciso fazer uma correção na bússola, chamada de declinação.

Declinação em Recife (8º 04' S  34º 87 W) (janeiro de 2010): 22° 7' W

Declinação no Atacama (24° 30' S 69° 15' W) (janeiro de 2010): 3° 1' W

Fonte: www.thecompassstore.com/decvar.html

 



Escrito por Magnani às 07h56
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Mais alguns acessórios adquiridos para a viagem ao Atacama:

 Bússola Suunto M-3

 Mapas do Chile, Argentina e Brasil

 GPS Garmin Legend Cx

 Suporte Universal para Motocicleta (GPS)

 Mala de banco

 Bolha Motovisor Fume

   Macaco Universal para Motos

 Mala de Tanque

 Tripé WT 3510A (1 m)

 Mini tripé (15 cm)

 



Escrito por Magnani às 07h38
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Livros encomendados ultimamente. Na espera…

 

 

 

Delivery Estimate: August 17, 2009

 

 Dyno Testing and Tunning

 

 

Delivery Estimate: august 17, 2009.

 

 The Essential Guide to Dual Sport Motorcycling 

 Mistery, Violence, and Popular Culture

 

 

 

Delivery Estimate: June 22, 2009

 

 ProBlogger: Secrets for Blogging Your Way to a Six-Figure Income

 Kendo: The Definitive Guide

 The Art of Deception: Controlling the Human Element of Security

 

 

 

Delivery Estimate: May 27, 2009 - June 26, 2009

 

 The Art of Fiction: Notes on Craft for Young Writers

 

 




Escrito por Magnani às 07h17
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Depois de passados uns 10 dias do parto, teste do pezinho, provas da Gabriela, trabalho atrasado etc etc, nossa vida vai voltando ao normal.  Até tenho tido um tempinho para andar de moto. Por enquanto só na cidade. Mas com cuidado pois, ao contrário das estradas, as ruas normalmente só trazem surpresas ruins.

Estávamos andando tranquilamente pelo corredor da Av. Agamenon Magalhães quando percebi que o guidão da XT660 não passaria entre os dois carros. Não dando mais para parar, tive que escolher entre riscar uma Hilux ou bater no retrovisor de um SpaceFox. Escolhi o retrovisor. Ainda consegui frear a ponto de encostar apenas de leve.

A mulher, então, abriu o vidro, retraiu o retrovisor e falou:

- "Quer passar? AGORA PASSA!"

Que gente estressada essa que anda de carro, hein? Só por causa de um retrovisor? Eu, de minha parte, mantive o porte - colaborando para a manutenção dos mais altos níveis civilizatórios -, cumprimentei a mulher com um leve aceno de cabeça e agradeci sorridente.

Não posso deixar de pensar que se o mundo tivesse mais motociclistas educados andando pelos corredores e menos motoristas estressados atrapalhando o nosso caminho, tudo seria muito melhor!

Melhor para a gente... 

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P.S.-> Nenhuma perua foi ferida durante o evento. Não houve danos à Hilux. Quanto ao retrovisor do SpaceFox, bem... deixa para lá!  Rolling Eyes



Escrito por Magnani às 22h30
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